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terça-feira, 26 de agosto de 2014

A definição de Licantropia pelos antigos

Boa noite queridos leitores! Hoje vos trago uma matéria bem interessante sobre a "Licantropia" vista desde os tempos antigos, o site do qual a retirei era em inglês e traduzi com a ajuda do Google Tradutor, então me desculpem algum erro, mais a consertei da melhor forma que pude, retirei algumas coisas que não tinham muito a ver, e outras que eram quase impossível de se traduzir de uma forma decente, mais não se preocupem, os reparos no texto não retiraram nenhuma informação muito importante. Então aproveitem!



O que é Licantropia? A mudança de mulher ou homem na forma de um lobo, que se transforma através de meios mágicos, de modo a permitir-lhe para satisfazer o gosto por carne humana, ou pelo julgamento dos deuses como castigo por alguma grande ofensa.

Esta é a definição popular. Verdadeiramente ela consiste em uma forma de loucura, como pode ser encontrado na maioria dos asilos.

Entre os antigos, esse tipo de insanidade passou pelos nomes de licantropia, Kuanthropy, ou Boanthropy, porque os que sofrem com isso, acredita-se que se transformam em lobos, cães, ou vacas, mas no norte da Europa, na forma de um urso, ou na África em uma hiena. Uma mera questão de gosto! De acordo com Marcelo Sidetes, de cujo poema περὶ λυκανθρώπου um fragmento existe, os homens são atacados com essa loucura, principalmente no início do ano, e tornar-se mais furioso em fevereiro; ir para a noite aos cemitérios solitários, vivendo justamente na forma de cães e lobos.

Mas a história mais marcante entre os antigos é a de Lycaon, rei de Arcadia, que tentou matar Zeus. Em outra lenda, Lycaon fez um sacrifício humano e a ira divina recaiu sobre ele. Ou mesmo Lycaon serviu a Zeus carne humana. Ou ainda Lycaon sacrificou ao deus o seu próprio filho. Em todas essas lendas, o final é o mesmo. O rei foi transformado para sempre em lobo como castigo. Mas se não se alimentasse de carne humana por dez anos, recuperaria o aspecto de homem.

Em vão ele tentou falar; a partir desse exato momento suas mandíbulas foram enchidas com espuma, e só tinha sede para o sangue, ele se alastrou entre os rebanhos e ofegava para abate. Suas vestes foram se rasgando e seu cabelo crescendo por todo o corpo, seus membros se tornaram tortos; Um lobo.

Plínio diz respeito de Evanthes, que no festival de Júpiter Lycaeus, (Lycaon) foi selecionado por sorteio, e conduzido para a beira do lago Arcadian. Em seguida, ele pendurou suas roupas em uma árvore e mergulhou na água, que no mesmo instante foi transformado em um lobo. Dez anos depois, se ele não tivesse provado de carne humana, ele teria liberdade para nadar de volta e retomar sua antiga forma, que tinha, se tornado em  idoso.

É de se observar que a principal sede da Licantropia foi Arcadia, e que a causa poderia ser para as seguintes circunstâncias: - Os nativos eram um povo pastoril, e consequentemente sofriam severamente com os ataques de lobos. Eles naturalmente presumiram que era necessário um sacrifício para obter a libertação de tal praga, e segurança para os seus rebanhos. Este sacrifício consistia na oferta de uma criança, e foi instituída por Lycaon. A partir da circunstância de ser um humano o sacrifício, e da peculiaridade do nome de seu criador, aumentou o mito.

Mas, por outro lado, a história é muito difundida para nós atribuí-la a uma origem acidental, ou rastreá-lo a uma fonte local. Metade do mundo acredita, ou acreditava, em homens-lobos, e eles deveriam assombrar as florestas norueguesas por aqueles que nunca haviam sido conectados remotamente com Arcadia: e a superstição provavelmente tinha atingido as suas raízes profundas na mente escandinavos e teutônicos, em tempos antes de Lycaon existir.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Sabine Baring-Gold e o lobisomem

 Boa noite queridos leitores, A postagem que vos trago esta noite, foi enviada pelo grande leitor e membro da alcateia, Alisson Barcelos. Então sem mais, divirtam-se!



Dizer dos motivos que nos levam, às vezes, a ações, paixões ou buscas incessantes, ser nos é, talvez, impossível. Dilucidar de que modo ou por qual motivo algo nos incita curiosidade, medo ou até fascínio, mostra-se um exercício impiedoso e árduo; fato é que algumas coisas, por razões incompreensíveis, talvez a nós mesmos, têm tal poder de nos levar a seus confins, onde buscamos esclarecer seus mistérios arrevesados, ou talvez esclarecermos a nós mesmos, o nosso próprio eu, aos nossos próprios instintos e ao porque de nossa tão engendrada curiosidade.
   Há cerca de um ano, talvez, acabara, eu, de assistir a uma temporada do seriado Teen Wolf e, já muito extasiado, resolvera procurar mais sobre o assunto na internet; após vaguear sem propósito resolvido acabei por encontrar o site Jovem Lobo, ao qual dediquei um bom tempo à sua leitura. Não havia me dado conta, até então, de o quão fascinante o assunto me perecia. Lancei-me, à época, a uma “pesquisa” como quem fosse tornar-se um dia um especialista, um explorador e autoridade no assunto; após ler e reler artigos publicados, comprar e ler livros sobre Lobisomens resolvi especular a mim mesmo o porquê de este, e quase somente este tipo de lenda, chamar-me tanto a atenção.
Deitado à minha cama revolvi meu próprio passado a procura de respostas, fatos os quais explicassem esta desperta paixão; súbito, emergiram à minha mente lembranças de minha infância à casa de meu já falecido avô, quem, munido de um cigarro de palha, por ele enrolado, e um bom e quente café, contava-nos, a mim, meus pais, tios e irmãos,  histórias que, segundo ele, muitas delas haviam sucedido com ele próprio. A propósito de esclarecimento, sou nascido e criado, assim como toda a minha família, a uma pequena cidade no interior do estado de Goiás, ao leitor mais ávido não será difícil propor que meu contato com essas histórias tenha sido demasiado, e de fato o foi; histórias de lobisomem, mula sem cabeça, assombração, estiveram presentes nas rodas de conversa entre meus parentes mais velhos desde que consigo me lembrar e o arrepio que se me subia a espinha ao ouvir meu avô divagar sobre suas andanças, quando jovem, a pé, a cavalo ou de bicicleta pelas fazendas do município nas quais trabalhara, incontestavelmente, lançou-me, ao mais profundo de meu inconsciente, uma série de questões as quais, hoje, podem me ser a razão desta paixão.
   Enquanto especulava minha própria curiosidade e fascínio por lobisomens, continuei minha busca por histórias, documentos, acontecimentos, etc., e encontrei com uma das mais(senão a mais) importantes obras sobre o assunto, O livro dos Lobisomens de Sabine Baring-Gold.
   O reverendo Sabine Baring-Gold foi um, romancista, pesquisador, hagiógrafo e antiquário britânico que viveu entre os séculos XIX e XX, e em seu, O livro dos lobisomens, estão reunidos seu material coletado após anos de pesquisa.Apesar de procurar a face “científica” dos relatos de metamorfose humana em lobo/ou lobisomem, em seu livro estão presentes inúmeras lendas, algumas muito antigas remontando tempos anteriores às civilizações.
   Entre as inúmeras e intrigantes histórias chamou-me a atenção o que Sabine relata já em sua introdução. O evento, por ele vivido e contado, foi, segundo ele, sua apresentação aos lobisomens e o motivo pelo qual resolvera investigar estas histórias que a muitos fascinam e que estão presentes no mundo inteiro.

Segue, abaixo, a introdução de O livro dos lobisomens da edição brasileira de 2008, pela editora Aleph, traduzido por Ronald Kyrmse.


Jamais me esquecerei da caminhada que fiz certa noite em Vienne, depois de completar o exame de uma desconhecida relíquia druídica, a Pierre Labie, em La Rondelle, perto de Champigni. Eu ficara sabendo da existência dessecromlech* naquela tarde, ao chegar em Champigni, e parti para visitá-la sem calcular o tempo que gastaria em chegar lá e retornar. Basta dizer que descobri o venerável amontoado de pedras quando o Sol estava se pondo, e que consumi as últimas luzes do entardecer fazendo planos e esboços. Comecei então a retornar. A caminhada de umas dez milhas cansara-me, pois era o fim de uma longa jornada, e eu machucara a perna subindo em algumas pedras a caminho da relíquia gaulesa.
   Havia um pequeno vilarejo não longe dali, para onde dirigi meus passos, na esperança de alugar uma “aranha”** que me conduzisse à estação do correio; fiquei frustrado...
Poucas pessoas do lugar sabiam falar francês, e o padre, quando apelei para ele, assegurou-me de que não havia no lugarejo melhor veículo que uma charrua comum, com sólidas rodas de madeira; nem havia possibilidade de conseguir um cavalo. O bom homem propôs hospedar-me naquela noite; mas fui forçado a declinar do convite, porque minha família pretendia partir cedo na manhã seguinte.
Então manifestou-se o prefeito:
– De forma nenhuma monsieur pode voltar hoje à noite, atravessando os baixios, por causa do... do... – e sua voz foi abaixando... – os loups-garoux.
– Ele diz que precisa voltar! – retrucou o padre em dialeto. – Mas quem irá com ele?
– Ah, há! M. leCuré. Está muito bem um de nós acompanhá-lo, mas pensa como será voltar sozinho!
– Então dois terão de ir com ele – disse o padre –, e vocês poderão cuidar um do outro ao retornarem.
– Picou me disse que viu o lobisomem há apenas uma semana – falou um camponês –; estava em seu campo de trigo-mouro. O Sol já tinha se posto e ele pensava em ir para casa, quando ouviu um farfalhar do outro lado da sebe. Olhou por cima dela, e lá estava o lobo, do tamanho de um bezerro, diante do horizonte, a língua de fora e os olhos reluzentes como fogos do pântano. MonDieu! Me pega atravessando o pântano hoje à noite. Ora, o que dois homens poderiam fazer se fossem atacados por esse lobo demoníaco?
– É tentar a providência – disse um dos anciãos da aldeia –; ninguém pode esperar a ajuda de Deus se se lançar voluntariamente ao perigo. Não é assim, M. leCuré? Ouvi-o dizer isso mesmo no púlpito, no primeiro domingo da quaresma, pregando o Evangelho.
– Isso é verdade – observaram várias testemunhas, balançando as cabeças.
– De língua de fora, e de olhos reluzentes como fogos do pântano!
– disse o confidente de Picou.
– MonDieu! Se eu encontrasse o monstro, haveria de correr – disse outro.
– Bem creio,Cortrez; posso assegurar que você correria – disse o prefeito.
– Do tamanho de um bezerro – acrescentou o amigo de Picou.
– Se o loup-garou fosse tão-somente um lobo natural, ora, então, sabe...
– o prefeito pigarreou –, sabe que não lhe daríamos importância. Mas, M.
leCuré, é um demônio, pior que um demônio, um demônio humano... pior que um demônio humano, um homem-lobo demoníaco.
– Mas o que fará o jovem monsieur? – perguntou o padre, olhando de um para outro.

* Monumento pré-histórico, composto de menires em círculo ou elipse. [n. do t.]
** Carruagem de pequeno porte, de duas rodas, puxada por um cavalo. [n. do t.]

– Não se preocupem – disse eu, que escutava tranquilamente a conversa em dialeto que compreendia. – Não se preocupem; caminharei de volta sozinho, e se encontrar o loup-garou cortarei suas orelhas e seu rabo e os enviarei a M. le Maire com meus cumprimentos.
Um suspiro de alívio do grupo, que se via livre da dificuldade.
– Il est anglais – disse o prefeito, balançando a cabeça como se quisesse dizer que um inglês enfrentaria impune o diabo.
O pântano era um baixio melancólico, de aspecto bastante desolador durante o dia, mas agora, ao crepúsculo, era dez vezes mais desolador. O céu, de um suave tom cinza-azulado, estava absolutamente limpo. Nele jazia a lua nova, com uma curva de parca luz aproximando-se da sua base ocidental. O pântano estendia-se até o horizonte, enegrecido por poças de água estagnada, de onde os sapos trilhavam incessantemente na noite de verão. Urzes e samambaias cobriam o solo, mas perto da água cresciam densas massas de íris e juncos, contra as quais o vento fraco sussurrava sua voz enfadonha. Cá e lá havia montículos arenosos, encimados por abetos, como salpicos negros diante do céu cinzento; não havia sinal de habitação em lugar nenhum; o único vestígio humano era a estrada, branca e reta, estendendo-se por milhas através do brejo.
Não era improvável que aquele distrito abrigasse lobos, e confesso que me armei com um pedaço de pau reforçado tirado ao primeiro arvoredo que a estrada atravessou.
Essa foi minha apresentação aos lobisomens, e, diante de superstição ainda tão viva, me lancei à investigação da história e dos hábitos dessas míticas criaturas.
Preciso confessar que não tive o mínimo sucesso em obter um espécime do animal, mas encontrei seus vestígios em todas as direções; e exatamente como os paleontólogos montaram o labirintodonte a partir de suas pegadas na marga e de uma lasca de seu osso, talvez eu também possa descrevê-lo, apesar de não tê-lo vivo diante de mim.

Alisson Barcelos 30/05/2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

A Besta de Gevaudan, Documentário

Boa noite queridos leitores, creio que a falta de postagens deve ter chatiado muitos de vocês, mais não se preocupem, sempre estarei aqui, Queria agradecer pelos comentários que sempre estão surgindo mesmo sem minhas atividades, mais o que venho lhe trazer hoje é um incrível documentário sobre a besta mais pavorosa de todos os tempos, A Besta de Gevaudan.

Para quem ainda não conhece, recomendo que leia sobre ela clicando aqui. (A leitura é densa e dependendo de como você imagine a narrativa, você pode passar alguns dias sem dormir. rsrsrsrs)

Já conhece a besta? Então vamos ao documentário. Ao contrário da postagem com a narrativa, este documentário vem com o nome de "O verdadeiro Lobisomem" no qual associa a besta aos grandes lobisomens que conhecemos, e tenta explicar os inúmeros casos de morte brutais. Sem mais delongas, se ajeite no sofá, cama, mesa, chão, ou onde você quiser e relaxe, pois o vídeo é longo! Bom proveito!

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Um renomado zoólogo, especialista em lobos e ex-agente do FBI viaja pela Europa para investigar o misterioso caso do Lobisomem, uma criatura desprezível que se transforma de humano em lobo e assassina brutalmente quando é lua cheia. Explorando a mitologia e o folclore destes seres, veremos que eles estão ligados a práticas estranhas e ocultas, a enfermidades que transformam homens em animais e a histórias extraordinárias, porém verdadeiras, de crianças criadas por lobos. Mas serão a ciência e a tecnologia forense de última geração que nos conduzirão à verdade escondida por trás de séculos de relatos de assassinatos por lobisomens.

sexta-feira, 28 de março de 2014

A besta de Gevaudan - Mortes brutais e pavor que aterrorizou a França no final do século XVIII

Boa noite seres lupinos! No post de hoje conheceremos uma criatura que botou muito terror e matou muita gente por alguns anos na frança, Estamos lidando aqui com a besta de Gevaudan, que muitos tratavam como um animal selvagem com um único objetivo, matar. Mais será que tal "besta" não poderia ser um lobisomem? Tenho que confessar que meu coração palpitou um pouco fora do comum lendo a história que hoje vos trago, então não perca tempo que esta postagem é uma das melhores que eu já li! Boa leitura!


Entre os anos de 1764 e 1767 os habitantes da pequena província francesa de Gevaudan - atualmente parte de Lozere, próximo das Montanhas Margueride, foram aterrorizados por uma horrível criatura lupina que passou a  ser conhecida como La Bête du Gevaudan ou "A Besta de Gevaudan".

A criatura foi descrita como um monstro semelhante a um lobo, mas muito maior dos que qualquer lobo que já havia vagado pela região, sendo quase do tamanho de uma vaca ou de um burro. Suas patas eram dotadas de garras afiadas, a pelagem era escura como a noite, a cabeça maciça semelhante a um mastim com orelhas pequenas e retas, além de uma boca excepcionalmente grande, repleta de enormes presas. Mais do que uma aparência medonha, a criatura parecia dotada de uma maldade inerente que a impelia a matar pelo simples prazer de fazê-lo, não apenas para se alimentar ou defender.

Acredita-se que até seu reinado de terror se encerrar, a Besta de Gevaudan tenha matado algo entre 60 e 100 homens, mulheres e crianças, deixando ainda um saldo de mais de trinta feridos. Atestar a veracidade desses números, é claro, constitui uma tarefa impossível, mas ao certo se sabe que o caso realmente aconteceu e que o número de vítimas foi elevado uma vez que causou comoção em todo país, vindo a ser conhecido em outras partes da Europa.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Cachorro é treinado para carregar oxigênio para ajudar menina

Para você ver como os animais estão sempre prontos a nos ajudar!!

Alida Knoblock, de 4 anos, precisa de uma ajuda especial para sobreviver: tem de carregar diariamente um tanque de oxigênio, por conta de uma doença.

Por ser pesado para o tamanho dela, Alida ganhou a ajuda especial de seu cão, o Mr. Gibbs. É dele a missão de carregar o equipamento e assim, todos os dias, um faz companhia para o outro. O cão foi treinado depois que os pais da garota viram treinamento de cães que auxiliam pessoas com deficiência visual.

A garotinha é  da Georgia, nos Estados Unidos e tem hiperplasia neuroendócrina da infância – doença em que os pulmões têm dificuldade para absorver oxigênio.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Dreamcatcher, Filtro dos Sonhos, ou até mesmo Apanhador de Sonhos


Como estão alcateia? Vocês tem um filtro de sonhos pendurado na sua janela? Sabe para que serve ou como funciona? Não? Então descubra aqui porque estas lindas teias de caçar sonhos fazem tanto sucesso. E boa noite!
 
É possível encontrá-los em quase todas as lojas de artigos esotéricos. E, embora o nome, filtro de sonhos (ou dream catcher, em inglês), já seja bem sugestivo, nem todo mundo sabe exatamente para que servem estes belos objetos redondos, enfeitados de penas e de contas.

Os dream catchers chegaram ao Brasil vindos dos EUA. Mas lá eles estão longe de ser uma moda passageira. Quase todas as tribos de índios americanos há muitos anos já os incorporaram às suas tradições. E as lendas sobre eles correm por toda parte.

Embora hoje todas estas nações indígenas produzam seus próprios dreamcatchers, a história dos filtros começa com os índios Ojibwe (ou Chippewa).

A história dos dream catchers:

Os sonhos desempenhavam um papel fundamental na vida dos Ojibwe. Para este povo que vivia na região dos Grandes Lagos americanos e que hoje também se espalha por outras regiões do Novo México, aprender a decifrar as mensagens reveladas nos sonhos era a tarefa mais importante que as pessoas tinham durante sua passagem pela Terra. Por causa disto, o dreamcatcher era uma ferramenta essencial.

O filtro de sonhos, como ficou conhecido em português, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os dreamcatchers.

A tradição manda que as teias coloridas sejam penduradas sobre o berço dos bebês e a caminha das crianças. Os sonhos bons, sabendo exatamente aonde ir, conseguem passar pelo buraco central da teia, ao passo que os sonhos ruins ficam perdidos e acabam presos nos fios. Quando os primeiros raios de sol surgem, os sonhos maus desaparecem. Os círculos são feitos com ramos flexíveis de salgueiros e revestidos com tiras de couro.

Uma pena é colocada no centro, representando o ar ou a respiração, essencial para a vida. O bebê, observando a pena dançar ao vento, aprende uma lição sobre a importância do ar. Além disto, a pena de coruja, feminina, simboliza a sabedoria. A pena de águia, masculina, serve para dar coragem.

Para captar os sonhos dos adultos, os dream catchers são trançados em fibra e não com ramos de salgueiros. Por isso são mais resistentes.


Existem muitas histórias relacionadas com aranhas e Mulheres-Aranhas entre as várias nações de índios americanos. Em muitas destas tradições, por exemplo, a Mulher-Aranha é um personagem fundamental e sábio, ora mensageira do Sol, ora avó do próprio Sol e organizadora da vida na Terra. Existem várias lendas relacionadas com os dream catchers.

Uma das lendas é de que a aranha fiava sua teia próximo à cama da avó (Nokomi). Todos os dias ela observava a aranha trabalhar. Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia, pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou. O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo. A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e, então, a aranha falou: "Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua nova vou fiar uma teia na sua janela. Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins. O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.
Quando a Lua chegou, a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e, agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente: "Aprenda", dizia a aranha. Finalmente, exausta, a avó dormiu. Quando os primeiros raios de sol surgiram no céu, ela acordou e viu a teia brilhando como jóia graças às gotas de orvalho capturadas nos fios. A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada. Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente. E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos. E até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente. Quem sabe não vai funcionar com você também?

Segundo outra velha lenda, em um tempo em que havia apenas escuridão no mundo, um velho xamã
 
“Sioux”, que vivia no sudoeste norte-americano buscava pela visão no topo de uma montanha, se comunicou com o espírito mágico “Iktohmi”, que possuía a forma de uma aranha. Durante o diálogo, a aranha pegou um cipó e teceu uma teia com cabelo de cavalo e oferendas. Enquanto isso, o espírito falava do nascimento à morte e as forças que atuam sobre a humanidade, sendo boas e ruins, e que a força atuaria sobre sua vida conforme seus desejos e anseios interiores.
No xamanismo a essência desta mandala tem a função de evocar criatividade, imaginação, atração de sonhos para a realidade, e também serve para clarear a visão sobre a “teia da vida”, entre uma série de energias boas para a pessoa que tem um filtro ou apanhador.

No filtro dos sonhos o círculo representa o ciclo da vida, a teia são os sonhos que tecemos e as energias existentes no mundo, também podendo conter pedras místicas e/ou penas o ar ou a respiração.

Bem pessoal acho que é isso! O que você achou da matéria? Você conhecia o Dreamcather? Botaria um em sua casa? rsrsrsr Eu tenho que por um na minha agora! Não saia sem deixar seu comentário!

sábado, 5 de outubro de 2013

Espaço do leitor - The Mysterious Black Wolf

Cordiais uivos leitores! Bem como podem ver, hoje separei uma parte especial para os meus queridos leitores do blog, que são os que ainda me fazem ter fé neste trabalho! A partir de hoje, você leitor que tenha algum trabalho relacionado a lobos lobisomens e afins, como por exemplo sua própria história ou livro, seu canal no Youtube que posta sobre o assunto, seu canal no Deviantart, com seus desenhos e arte, sua pagina do facebook ou qualquer tipo de trabalho que você exerça, mais que seja relacionado com o tema do blog, poderá ter seu trabalho divulgado aqui no blog e na pag do face! Você vai pagar alguma coisa por isso? Não! Não acho justo que o seu trabalho seja ele o mais simples desenho de um lobisomen ou até mesmo sua grande história elaborada permaneça nas sombras! Vamos lá não se envergonhe!


E hoje venho divulgar uma história de uma leitora do blog, Gabi GM, que pediu humildemente que eu divulgasse sua história sobre lobisomens! Vamos lá! Se você é um amante de história peludas vai gostar! Para começar a ler basta clicar logo abaixo!

sábado, 11 de maio de 2013

Aatu e o Lobo

 Encontrei um história na internet que mostra mais um mito sobre a origem do lobisomem, não sei qual é o pais de origem, mais tenho certeza que não é brasileira! Sem mais confira!



Havia um homem chamado Aatu. Ele era um caçador de habilidade suprema. Ele caçou cada criatura viva, pequenos e grandes. No entanto, houve um que ele nunca pegou, o lobo. O lobo se chamava Faun, o Deus das criaturas, era o irmão favorito de Xai, o criador. Em uma certa noite a deusa Ilta, que também amava seu irmão mais novo Faun, deu-lhe a lua como um presente. Desde então ele sempre foi valorizado e protegido.




Logo depois os deuses anunciaram que a partir deste dia a caça era um pecado. Mais Aatu, um homem orgulhoso, era determinado e não queria saber de pecado nenhum, ele preparou uma armadilha para caçar e matar todos os animais. Ele estava com ciúmes do amor e do respeito que os deuses tinham com o lobo, pois ele o considerava apenas mais um animal a ser caçado. Então ele fez flechas atadas com veneno e partiu em uma noite de inverno para matá-lo. 

Primeiro, Aatu matou um veado e o deixou aberto. Então, ele ficou em uma árvore a espera do animal que seria sua presa verdadeira. O lobo, confiante e com fome, apareceu prontamente ao lado do cadáver. Ele começou a comer sem saber que estava envenenado. Aatu posicionou seu arco e atirou sua flecha envenenada. A flecha acertou o lobo no pescoço e a besta sacudiu para trás, e logo avançou rosnando, convulsionado, em seguida, caiu morto.

Correndo para frente Aatu foi em direção ao cadaver do lobo reivindicar seu prêmio. Faun e Ilta. vendo que seu irmão mais novo tinha morrido pelas mãos de um homem orgulhoso disse para Aatu "Você matou meu irmão mais amado por ganância e orgulho. Para isso, você vai ser punido."
Faun declarou. "Você vai ser amaldiçoado a vagar pela terra como homem e animal. Você mesmo desejará a carne de seus parentes", concluiu Ilta. Então Faun jogou uma maldição em Aatu, um espirito de lobo e a força de um urso seriam unidas a Aatu e Ilta fez a luz da lua o gatilho de sua transformação.

Assim, o homem odiava o lobo.
Lobo odiava o homem​​,
E tudo odiado e temido era o Lobisomem.

Lua Negra


 Cordiai uivos lupinos de todas as florestas, montanhas e vales, dos lupinos do sul aos do norte! Hoje abordaremos um tema bem interessante que venho pesquisando, que foi sugerido por um lupino na página do facebook do blog, ele sugeriu que eu pesquisace sobre a "Lua Negra" que vai ser o tema do post de hoje. Pra começar, pra quem nunca tinha ouvido falar sobre este assunto (inclusive eu), a lua negra, acontece nos 3 últimos dias da lua minguante, ela é chamada dessa forma porque nesse momento não somos capazes de enxergar a Lua, ela não reflete o Sol, ela está em seu estado natural, sendo a Sombra. A noite torna-se escura e completamente sombria, negra. É necessário saber que esse não é um período negativo ou impróprio para magias, pelo contrario, é um momento maravilhoso para os trabalhos mágicos, somente é necessário possuir experiência para faze-los.

 A coisa mais importante sobre a lua negra, que em todas as fontes que pesquisei sempre reprisavam é que ela não tem nada de sombrio e obscuro, mais sim é um momento, principalmete pra quem é praticante de magia é que este momento é um momento em que transborda magia, e é um ótimo momento para praticar feitiços, apesar disto tudo também é um momento para se ter cuidado, pois segundo algumas fontes de pesquisa, se você a celebrar, poderá se encontrar com a sua sombra, ou seja o seu lado escuro, sua parte do mal. Em muitos desses encontros se você se deixar levar ou ser derrotado por sua sombra, consequentemente a pessoa iria a loucura ou perderia a sua parte boa reinando apenas a ruim.
 Ela também é um processo de amadurecimento. Ela também é o ultimo que um inexperiente deve celebrar, pois antes de enfrentar nossos medos, de encarar nossos desequilíbrios, nossos erros e transtornos psicológicos, precisamos conhecer cada um desses problemas profundamente, de forma séria e madura. Precisamos ver de onde eles vêm, o que os alimentam, porque eles se mantêm e porque aumentam.
 
A Lua Negra tem o poder de CRIAR e DESTRUIR, CURAR, REGENERAR,DESCOBRIR e FLUIR com o ritmo das mudanças e dos ciclos narturais, mas isto irá depender da capacidade individual em reconhecer e integrar a nossa sombra.
Tudo relacionado à destruição do VELHO E CRIAÇÃO (surgimento) do NOVO ; rituais de CURA, RENOVAÇÃO E REGENERAÇÃO é propício de ser feito. 


Durante essa fase de escuridão total da lua, as bruxas reverenciam as chamadas “Deusas Escuras”, que são na maioria as deusas com aspectos da Anciã, realizando rituais de cura, de adivinhação e de transmutação. (Lembrando que o fato de serem escuras remete ao trabalho com a sombra, e não com artes maléficas.)

 Podemos meditar sobre a nossa "sombra",sobre pensamentos e atitudes que não são muito positivos, e que devemos transformar.
Esta fase da lua facilita o acesso aos mundos e planos sutis e às profundezas de nossa psiqué, assim podemos mergulhar em nosso lado sombrio, e desvendar os mistérios e as sombras de nosso inconsciente, visando buscar os meios para nossa renovação.

Com o advento das religiões patriarcais e a invenção da idéia de “cultos demoníacos”, tudo o que era de aspecto sombrio relacionado à Bruxaria era taxado de maléfico. Obviamente, os mistérios da Lua Negra tornaram-se também sinonimo de horror e malefícios. Surgiram, assim, lendas e superstições sobre demônios e forças malignas e a Lua Negra passou a ser vista como um momento perigoso. Tanto que, até hoje, muitas bruxas acreditam que não se deve mexer com Magia nesses dias. Pura superstição.

Existe muitas coisas sobre essa fase da lua, mais por hoje ficamos por aqui, se você também tem uma dica de postagem ou algo parecido, deixe seu comentário aqui no blog ou no facebook, que com certeza eu iri fazer uma pesquisa e fazer um post bem especial! Até a próxima lua leitores!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Anúbis, Deus lupino?

Cordiais uivos parceiros! Na postagem de hoje resolveremos essa pergunta, Anúbis, é um Deus lupino? Muitos lembram de Anúbis ao se referir a Deuses lupinos, coisa que não deveria acontecer e você vai ficar sabendo o porquê no post de hoje!

Segundo o Wikipédia...
Anúbis (em grego antigo: Ἄνουβις, Anoubis) é o nome dado pelos antigos gregos ao deus com cabeça de chacal associado com a mumificação e a vida após a morte na mitologia egípcia. Na língua egípcia, Anúbis era conhecido como Inpu (também grafado Anup, Anpu e Ienpw). A menção mais antiga a Anúbis está nos Textos das Pirâmides do Império Antigo, onde frequentemente é associado com o enterro do Faraó. Na época, Anúbis era o deus dos mortos mais importante, porém foi substituído durante o Império Médio por Osíris.

E ai vemos a resposta! Anúbis nada tem a ver com lobos, mais sim com Chacais! Que são animais que aparentemente se parecem com lobos, mais muito diferentes em outros termos. Mais por incrivel que pareça ele ainda tem mais a ver com Cães do que com lobos! Mais e por que a refrência com o Chacal ou os Cães? 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAHHPQ1P9jTIX_8PWV9nPeSs4TimVUYO69AzdyeaclAr-jMF3VVhyphenhyphenKUQvr0MWOtdr70QAqW6DyxNcywDLhLEmnrQwSQNLheebcW79s9-XsRI9LLrBUtKohChYG0EJaC-GZAcdXMhR0qls/s400/anubis.jpg"A associação de Anúbis com chacais provavelmente se deve ao fato de estes perambularem pelos cemitérios. O Anúbis era pintado de preto, por ser escura a tonalidade dos corpos embalsamados. Apesar de muitas vezes identificado como "sab", o chacal, e não como "iwiw", o cachorro, ainda existe muita confusão sobre qual animal Anúbis era realmente. Alguns egiptólogos se referem ao "animal de Anúbis" para indicar a espécie desconhecida que ele representava. As cidades dedicadas a Anúbis eram conhecidas pelo grande número de múmias e até por cemitérios inteiros de cães."
Mais enquanto aos verdadeiros Deuses lupinos? A resposta é que por enquanto eles ainda não existem ou ainda não os conheço, pesquisei sobre algo relacionado mais nada encontrei, então se você conhece deixe um comentário que pesquisarei a fundo e farei uma postagem sobre ele! Até a próxima lua parceiros Lycans!
 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Artigo de magia e do mundo sobrenatural que nos rodeia e não nos damos conta!

E ai amantes da lua cheia? E eu como sempre fuçando na net vendo se encontro alguma coisa interessante sobre meus amados lobisomens, acabei chegando em um blog em que nada tinha a ver com lobisomens mais tratava de magia, e nele encontrei esses fatos narrados por um amigo do administrador do blog, que é envolvido com certas magias, e narrou a sua pesquisa sobre os "lobisomens". Eu li todo o texto e realmente a sociedade não se dá conta de muitas coisas, para formar uma opinião sobre o termo "lobisomem" devemos muito pesquisar, e esse texto que vos irei apresentar hoje é de extrema importância para uma formulação de idéias, resta você decidir no que quer acreditar... Então sem mais enrolações reserve um tempinho para ler essa postagem!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Origens

Boa noite queridos leitores! No post de hoje abordaremos a história dos vampiros e lobisomens e suas origens. Então se você desconhece e quer saber da maioria dos fatos, pois todos seria impossível postar em uma única postagem fique ligado pois você será bombardeado de fatos, histórias e informações!

VAMPIROS

A palavra Vampiro surgiu por volta do século XVIII. Tem origem no idioma sérvio como Vampir, e sua forma básica é invariável nos idiomas tcheco, russo, búlgaro e húngaro.
Lendas oriundas da Eslováquia e da Hungria, estabelecem que a alma de um suicida deixava seu sepulcro durante as noites para atacar os humanos, sugava o sangue e retornava como morcego para o túmulo, antes do nascer do sol. Assim, suas vítimas também tornavam-se vampiros após a morte. As civilizações da Assíria e Babilônia, também registram lendas sobre criaturas que sugavam sangue de seres humanos e animais de grande porte. Outros mitos pregam que as pessoas que morrem excomungadas, tornam-se mortos-vivos vagando pela noite e alimentando-se de sangue, até que os sacramentos da Igreja os libertem. Crianças não-batizadas, e o sétimo filho de um sétimo filho também se tornariam vampiros.
O lendário Livro de Nod narra a origem dos vampiros. Além de A Crônica das Sombras revelando os ensinamentos ocultos de Caim; e A Crônica dos Segredos que revela os mistérios vampíricos.

Esqueletos de 'vampiros' na Bulgária


Fala galera! a muito tempo que não venho postando nada no blog, mais não se preocupem é apenas alguns tempos conturbados! Mais enfim, prometo que logo logo postarei o dicas de filmes que está atrasado acho que um mês! e não posso fazer isso com vocês meu leitores! E para quebrar um pouco esta faze sem posts, que tal repensar um pouco sobre os nossos queridos inimigos, os vampiros!? Pois é o post de hoje é sobre eles então confira!

Arqueólogos na Bulgária encontraram dois esqueletos datados da era medieval cujos peitos foram perfurados com barras de ferro para impedir que supostamente se transformassem em vampiros. A descoberta, segundo historiadores, ilustra uma prática pagã comum em algumas aldeias búlgaras até um século atrás.
Segundo os pesquisadores, na Idade Média, em algumas aldeias búlgaras, pessoas consideradas más tinham o coração perfurado com ferro após a morte para que não voltassem como vampiros Foto: APSegundo os pesquisadores, na Idade Média, em algumas aldeias búlgaras, pessoas consideradas más tinham o coração perfurado com ferro após a morte para que não voltassem como vampiros.
Cemitérios de "vampiros"
A Bulgária abriga cerca de cem áreas que serviram como locais em que pessoas tidas como vampiros foram enterradas. Os pesquisadores encontraram os dois esqueletos, datados da Idade Média, na cidade de Sozopol, banhada pelo Mar Negro.

"Estes esqueletos atravessados com barras de ferro ilustram uma prática comum em alguns vilarejos búlgaros até a primeira década do século 20", explicou Bozhidar Dimitrov, que comanda o Museu de História Natural da capital búlgara, Sofia.
De acordo com o historiador, as pessoas acreditavam que as barras de ferro manteriam os mortos presos às covas de modo a impedir que as deixassem à meia-noite para atormentar os vivos.

Ritual
O arqueólogo Petar Balabanov, que descobriu em 2004 seis esqueletos atravessados por "barras antivampiro" na cidade de Debelt, no leste da Bulgária, afirmou que o ritual pagão foi também praticado na Sérvia e em outros países balcânicos.

Lendas ligadas a vampiros formam uma parte importante do folclore da região. A mais famosa é a que envolve o conde romeno Vlad, o Empalador, conhecido mundialmente como Drácula, que empalava e bebia o sangue das vítimas da guerra. O mito inspirou o lendário romance gótico de Bram Stocker, publicado em 1897 e que, desde então, já inspirou uma série de adaptações para o cinema e a televisão.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

10 criaturas mitológicas metamorficas

E vamos a mais uma matéria bem interessante! Que tal ter um pouco mais de conhecimento? E apresentando agora 10 criaturas que assim como os lobisomens, são uma especie também de metamorfos!

10 - LECHES
O Leshy é uma criatura masculina da mitologia eslava, e acredita-se que ele protege animais selvagens e as florestas. Eles geralmente aparecem como homens altos, mas têm a habilidade de mudar de tamanho e sofrer uma mutação para qualquer forma de animal ou até como plantas. Leshies têm a barba feita de grama, e geralmente têm rabos, cascos e chifres. A criatura tem a pele pálida e olhos verdes escuros, e são os reis da floresta. Quando está na sua forma humana, o Leshy parece com um camponês comum, mas tem os olhos mais brilhantes. Eles podem se diminuir até a altura da grama ou ficarem do tamanho da árvore mais alta. Acredita-se que essas criaturas podem fazer com que as pessoas se percam ou que fiquem doentes, e até mesmo fazer com que elas morram. Os Leshies não são sempre malvados, mas gostam de enganar os humanos




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MonsterQuest: Lobisomem Americano. THC

Fala galera! navegando na net e procurando alguma coisa para passar o tédio achei esse documentário que fala de uma possível existência dos "Lobisomens", muito bom e pesquisa e vai a fundo em muitos relatos de pessoas que dizem terem visto algum lobisomem, e o melhor é que trata de fatos, o que implica em certas coisas que não tem explicação lógica. O vídeo tem duração de 34 minutos, mais vale a pena dar uma conferida! Confiram e digam suas opiniões a respeito depois de assistir o documentário!


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O triste caso de Patrick, e sua superação!

Uma triste história... como um ser humano consegue ser tão cruel a ponto de maltratar e quase levar a morte um pobre animal? Como um ser humano consegue ser tão ruim a ponto de fazer uma coisa dessas!? E é em casos como esse e muitos outros que eu me lembro de uma frase que sempre vem a minha mente:

"O pior dos monstros é o próprio homem, que consegue ferir sua própria espécie."

Fiquem agora com o milagre que aconteceu com um pobre cachorro da raça Pitbull, que teve a infelicidade de ter uma dona como essa...

Quem olhasse para Patrick, um cachorro pitbull, que havia sido jogado no lixo certamente pensaria que ele não passaria daquele dia, afinal, seu estado parecia simplesmente irreversível:

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A triste espera de Hachiko

Fala galera! Hoje trarei para vocês a história de um cãozinho que ganhou minha admiração, muito emocionante e tocante deixo com vocês a história de Hachiko.

Hidesaburo Ueno foi um professor de faculdade no Japão, mas não foi sua habilidade em ensinar que lhe deixou famoso, e sim seu cachorro, que foi protagonista de uma das mais emocionantes e comoventes histórias de todos os tempos.

hachiko 6 Hachiko  The True Story of a Loyal DogEm 1923, nascia Hachiko, um cachorro da raça akita, que em pouco tempo foi adotado por Ueno, que era um grande amante de animais. O nome do cão se refere ao fato de que ele era o cachorro oito no lixo - o que significa hachi oito, e ko significado duque. Assim os dois tornaram-se uma dupla inseparável, tanto que todos os dias o cachorro acompanhava seu dono até a estação de Shibuya e no final da tarde, o cão voltava para pegar seu dono e retornar a casa.

Durante mais de um ano eles fizeram isso juntos todos os dias, tanto que o cachorro começou a fazer amizade com algumas das pessoas que também pegavam o trem ali diariamente. Mas apenas um pouco mais de um ano e três meses depois, Hachiko acompanhou seu dono como sempre, mas quando voltou a tarde ele não apareceu.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A origem do Lobisomem, verdade ou mito? Parte 2


Uivem parceiros! o/ Continuando com a postagem anterior: A origem do Lobisomem, verdade ou mito? pra quem ainda não leu clique aqui.
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Existem muitas reivindicações famosas de licantropia que tiveram lugar durante essas caças aos lobisomens. Em 1573, um suposto lobisomem, Gilles Garnier, foi queimado na estaca. Em 1589, um homem conhecido como Stubbe Peter ou Peter Stubbe, foi executado perto de Colônia, Alemanha, por canibalismo e por múltiplos assassinatos. Alegou-se que ele possuía um cinto que lhe permitia tornar-se lobisomem. Em 1603, um jovem chamado Jean Grenier foi responsabilizado por uma série de assassinatos e desaparecimentos. Dizia-se que ele possuía uma pele que lhe permitia transformar-se em lobo. A corte determinou que Grenier era insano e o confinou em um monastério.



Na França, entre 1520 e 1630, mais de 30.000 casos de pessoas que foram acusadas de serem - ou de aparentarem ser - lobisomens foram registrados. Tal como na caça às bruxas, em relação à caça aos lobisomens provavelmente existiram vários casos como esse simultaneamente:



  • Hipertricose: uma doença genética ligada ao cromossomo X que pode provocar o crescimento de cabelo espesso na face e no corpo das pessoas. Pessoas com esta condição podem se parecer fisicamente com lobisomens, mas é algo extremamente raro. Uma variação da hipertricose congênita generalizada é conhecida por afetar somente 19 pessoas em uma família mexicana.
  • Envenenamento por ergotina: a ergotina é um fungo que pode infestar grãos como cevada e trigo. Comê-los pode provocar alucinações. O envenenamento por ergotina também foi apontado como a causa de condenações de bruxaria em Salem, Massachusetts.
  • Raiva: muitos mamíferos podem carregar e transmitir raiva, normalmente através da mordida. A raiva é fatal sem tratamento imediato. Nos estágios mais avançados, ela pode provocar agitação e alucinações. A epidemia de raiva pode ter levado lobos e cães a atacar humanos, o que pode tê-los levado a apresentar tendências semelhantes a lobisomens.
  • Lobos híbridos: os lobos saudáveis geralmente não atacam pessoas sem serem provocados, mas híbridos agressivos de lobos e cães podem ter atacado vilas, fazendo surgir a ideia da existência de lobisomens violentos.
  • Porfiria: uma condição sobrenatural associada com mais frequência à porfiria é o vampirismo. A porfiria provoca sensibilidade à luz. Em alguns casos, a exposição à luz do sol provoca lesões e bolhas, que podem desenvolver um cabelo fino durante a cura. A porfiria em estágio avançado também pode levar a alucinações.
  • Histeria coletiva: tão improvável quanto o nome diz, o começo súbito, simultâneo, de sintomas psicológicos em um grande grupo de pessoas é um fenômeno registrado.

Contudo, a crença de que os lobisomens são reais não está confinada ao passado distante. Na década de 1930, pesquisadores trabalhando na parte da África conhecida atualmente como Gana registraram uma crença generalizada que falava da existência de pessoas que poderiam transformar-se em hienas. Esses mutantes eram normalmente bruxos que viviam nas savanas. Mais recentemente, na década de 1980, uma prática obscura na Península Ibérica - parte da Europa que inclui Espanha e Portugal - tinha a intenção de prevenir que as crianças se transformassem em lobisomens. Esta prática envolveu crianças mais velhas que agiam como padrinhos para os irmãos mais jovens, começando com a sétima ou nona criança. De acordo com contos folclóricos desta parte do mundo, os lobisomens recrutariam novos membros pelo excesso de crianças. Crianças nascidas com parte do âmnio, ou parte do saco amniótico cobrindo seu rosto - poderiam ser mais suscetíveis a se tornarem lobisomens, ou, de modo inverso, curandeiros.

Os lobos não existem em grande número no mundo industrial - talvez seja a razão pela qual muitas histórias atuais sobre lobisomens têm lugar nas cidades. Nas partes industrializadas do mundo, a ideia de lobisomens, ou de lobos de um modo geral, pode parecer distante e arcaica. Talvez esta seja a razão pela qual mais e mais descrições apresentem a licantropia como uma condição controlável. Os lobisomens são pessoas comuns com um faro aguçado que apresentam-se de modo desagradável por alguns dias a cada mês.


Muitas são as passagens históricas mais cabe a nós decidir em o que acreditar, principalmente pelo fato de as maiorias dos fatos citados anteriormente como assassinatos de "supostos lobisomens" não serem confirmados, como em todos os casos eles simplesmente poderiam ser assassinos loucos entre os mais outros motivos de pensar que uma pessoa é um lobisomem. Mais uma coisa é certa, eu sempre amarei os lobisomens, e nem todos os sonhos são inúteis! Terminamos aqui A origem do Lobisomem, verdade ou mito? e gostaria muito de saber sobre o que os leitores do blog pensam! Deixem suas opiniões e em qual dos dois lados você acredita!


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